sexta-feira, 15 de maio de 2009

Bruno Nogueira faz humor com o Dolce Vita Tejo.

O humorista comenta a abertura do shopping no seu programa da TSF "Tubo de Ensaio". Ouça via podcast aqui.

quarta-feira, 6 de maio de 2009

"A estratégia de marketing do Dolce Vita Tejo"

"A inauguração oficial do Dolce Vita Tejo, que se apresenta como o maior centro comercial do país, está marcada para hoje às 20h." Nota do Meios & Publicidade.

terça-feira, 5 de maio de 2009

Dolce Vita Tejo espera facturar 280 M€ por ano

A crise e a profusão de centros comerciais na região de Lisboa não assustou a Chamartín que manteve a data de abertura do Dolce Vita Tejo a 07 de Maio, e, com 300 lojas, espera facturar 280 milhões de euros por ano.
Em vez de adiar ou alterar o projecto de instalar um dos maiores espaços comerciais de Portugal, quando surgiu a crise económica e se previa a contração do consumo, a Chamartín Imobiliária preferiu prosseguir e tentar transformar esta opção numa oportunidade.
A localização do novo Dolce Vita também coloca algumas dúvidas pois está a pouca distância do concorrente Colombo, do grupo Sonae, já «instalado» no mercado, não é ainda servido de transportes públicos e aparece perto de um bairro social, no concelho da Amadora.
A todas estas possíveis desvantagens, o administrador da Chamartín Artur Soutinho responde com optimismo, dizendo que praticamente toda a área disponível está já comercializada, o que excedeu mesmo as expectativas dos responsáveis, e reflecte a confiança das marcas.
«Temos 99 por cento da área comercializada o que prova o sucesso do projecto. Este centro é diferente do que é habitual, pela dimensão, mas também pela quantidade e qualidade da área comercial» e pela conjugação de lojas com lazer e ócio, salientou Artur Soutinho em entrevista à agência Lusa.

«Os outros centros comerciais instalados na zona não nos preocupam» e quanto à localização, a perspectiva é que o Dolce Vita Tejo «está numa zona de grande centricidade, servido de excelentes rodovias, a norte pela CREL e a sul pela IC17», defendeu o responsável.
Questionado acerca da dimensão do centro comercial, Artur Soutinho referiu que «ser o maior em Portugal é pouco importante [para a empresa]: o objectivo não é ser o maior, é ser o melhor centro comercial, rentável, interessante para os visitantes e marcante para a Grande Lisboa».
O administrador da Chamartín salientou ainda que «dada a sua dimensão e o mix de oferta diferenciado, um centro deste tipo é supra-regional» e o seu mercado mais directo é toda a área da Grande Lisboa, apontando para dois milhões a 2,3 milhões de potenciais clientes.
O número de referência de visitantes previsto pela Chamartín situa-se entre 17 milhões a 18 milhões, por ano, e para dar a conhecer a existência de mais este espaço comercial e de lazer, a empresa destinou cerca de um milhão de euros para anunciar a abertura.
Tal como a data de abertura, factores como a área de 122 mil metros quadrados, o investimento total de 300 milhões de euros, o número de lojas, a organização do espaço ou o retorno do investimento entre 12 e 15 anos foram mantidos pelo promotor do projecto.
O objectivo é que este centro comercial se diferencie dos outros com a aposta num projecto para crianças que vai entrar na Europa através de Portugal. É a Kidzania, um parque temático que alberga em seis mil metros quadrados uma réplica de uma cidade de adultos.
Além desta âncora, o centro comercial conta com um hipermercado Jumbo, do grupo Auchan, e algumas marcas novas no país, como a Primark, de origem irlandesa, especializada em vestuário de preços baixos instalada em cinco mil metros quadrados, ou a primeira loja Staples instalada em centro comercial.
A juntar-se àqueles espaços, onde se incluem 30 estabelecimentos de restauração, o novo centro comercial tem 11 salas de cinema, estacionamento grátis com nove mil lugares, e uma praça coberta com a dimensão dos Restauradores (em Lisboa) e um jardim vertical, «uma oferta única em Portugal e na Europa».
A Chamartín Imobiliária, com 60 por cento, e a ING, com 40 por cento, são os dois sócios do centro comercial Dolce Vita Tejo que vai criar cinco mil empregos directos, mas «o impacto na região e na economia atinge 10 mil postos de trabalho», salientou Artur Soutinho.
O outro parceiro do projecto é o grupo Auchan que tem a responsabilidade de desenvolver a parte dos escritórios actualmente em «fase adiantada de construção».

Citado do blog Olharevora

Freeport lança revista.


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Bouygues Imobiliária inaugura Portimão Retail Center, um investimento de 25 milhões de euros.

O Portimão Retail Center insere-se numa lógica de crescimento e de dinamização da região, tendo como objectivo proporcionar aos clientes um espaço de fácil e de rápido acessos, com lojas de grande dimensão, oferecendo uma elevada variedade e qualidade de produtos. Este empreendimento vai criar ainda 1000 novos postos de trabalho.

“Quando a Bouygues Imobiliária decidiu investir em Portimão, fê-lo com a noção do enorme potencial que o município tem. Potencial, esse, que começa a ser concretizado através de vários projectos. O Portimão Retail Center é um espaço que pretende dar resposta às crescentes necessidades dos portimonenses, quer em qualidade, quer em quantidade”, referiu o director-geral da Bouygues Imobiliária Aniceto Viegas.
O Portimão Retail Center é inaugurado hoje numa cerimónia oficial que conta com a presença do director-geral da Bouygues Imobiliária, a principal entidade promotora do projecto, Aniceto Viegas.

O novo espaço comercial, localizado próximo do centro de Portimão e das praias, estará a partir de amanhã aberto ao público, que poderá encontrar naquele Retail Center lojas de prestígio reconhecido, tais como: C&A, Minipreço, Brinka, Casa, Page One, Sportzone, Worten, Ensitel, Opticália, My Self.

Foi precisamente a pensar no conforto e no bem estar dos visitantes que foram tidos em consideração diversos aspectos na concepção deste novo espaço.

Além da arquitectura cuidada e arrojada, desenvolvida pelo gabinete internacional Broadway Malyan, é importante destacar a elegância da galeria de circulação do Portimão Retail Center, dominada pela madeira e iluminada por luz natural.

O Portimão Retail Center representa um investimento de 25 milhões de euros e resulta de uma estratégia de investimentos que a Bouygues Imobiliária tem feito em Portugal nos últimos anos na área dos retail center.

O Portimão Retail Center tem uma superfície de 11.966 metros quadrados de ABL repartidos por 10 lojas e 1 restaurante, situando-se na imediação dos principais eixos da cidade: EN 125 (que liga à Via do Infante) e a V6.

O espaço comercial é servido por um parque de estacionamento com 450 lugares gratuitos, incluindo para grávidas, e WC para os visitantes (incluindo para pessoas com mobilidade reduzida).

O Portimão Retail Center foi desenvolvido e promovido pela Bouygues Imobiliária e pela Lanca SGPS, SA. A Jones Lang Lasalle foi responsável pela comercialização deste espaço, sendo que a sua gestão ficará a cargo da Cushman & Wakefield. O fundo de investimento gerido pela Pramerica adquiriu o Portimão Retail Center.

Aqua Portimão será comercializado pela Ségécé Portugal.

«O Aqua Portimão será um centro comercial contemporâneo e moderno, que antecipará futuras tendências do mercado, respondendo, simultaneamente, às necessidades e desejos dos consumidores. Para tal, irá apresentar uma oferta muito diversificada, marcada pela máxima qualidade, disponibilizando todos os serviços essenciais e o acesso a marcas de elevada reputação», explicou a mesma empresa".
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